quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Netlabel do Mês: Enough Records - J. Pitkaenen "You Need To Listen"
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Netlabel do Mês: Enough Records - Daenjellson "Walk Your Soft Skin On The Edges"
Um disco em registo indiepoptronica, em que os instrumentos acústicos predominam claramente sobre alguns pormenores electrónicos, ainda que estes beneficiem claramente a música de Daenjellson, cujos temas reflectem as experiências e vivências das viagens que o músico fez pelos territórios do hemisférios sul, nomeadamente pela América Latina e Austrália.
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domingo, 22 de fevereiro de 2009
[Netlabel do Mês] Enough Records: Aquarelle "Era Uma Vez Uma Cortina"
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sábado, 21 de fevereiro de 2009
Netlabel do Mês: Enough Records - Shotmix#05 [It's (Not) Enough]
Tracklist:
01.Malt Tabulated Sounds "Chill"
02.Acreil "Device"
03.Meso "Ualter"
04.Phundamental "The Hardly Boys"
05.Makunouchi Bento "Sub Sol"
06.Quobe "Kqaer"
07.Acreil "TDA1022"
08.Ikimashoo Aoi "Everything We Could Hear"
09.Xhale "Film People"
10.Jukka Pekka Flander "110305"
11.Khonnor "Blindness Bats"
12.Phundamental "Pino"
13.CKZ "Mirror Holds"
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
[Netlabel do Mês] Enough Records: Frame "Sons do Lago"
Lá fui eu descarregar o álbum "Sons do Lago", uma das primeiras edições da Enough - a décima primeira, não posso precisar o ano que terá sido disponibilizada no catálogo da netlabel - mas no site do projecto aparece o ano de 2001. É o quarto de 15 discos que este projecto nascido em Oliveira de Azeméis em 1994 pelas mãos de Miguel Ribeiro.
Miguel é um dos pioneiros da música electrónica em Portugal, tendo estado presente em eventos como as primeiras rave-party's feitas em Portugal - Castelo de Sta Maria da Feira, Convento de S. Francisco em Coimbra e Tecnolândia na Fábrica Triunfo em Coimbra. Desde sempre mais virado para as sonoridades chill-out, Frame tem tocado recentemente em eventos relacionados com a cena trance em festivais como o Utopia (2006), Sinergia (2007) e Boom Festival (2008).
Bom chill out... made in Portugal. É 'sacar', ouvir e falar do gajo porque ele é mesmo bom.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
[Netlabel do Mês] Enough Records: Agenda: This Is Industrial [PT]
O evento vai decorrer no próximo dia 28 de Fevereiro, sábado, na Antiga Central Eleéctrica do Freixo, em Campanhã, a entrada será de 5€ oude 8€ para quem quiser ficar com o digipack da edição.
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[Netlabel do Mês] Enough Records: Entrevista com Filipe Cruz
BrainDance: Tu és um dos ‘veteranos’ do netaudio nacional e portanto vou-me aproveitar desse facto para tentar ter uma percepção mais ou menos cronológica da origem deste “movimento”. Segundo rezam as crónicas tudo começou na demoscene, verdade? O que é a demoscene?
ps: Viva João. A demoscene é uma cultura underground de arte digital. Nasceu da vontade de expressão artística e social dos grupos que pirateavam videojogos durante o seu rapido crescimento no final dos anos 80 e inicio dos anos 90. A cultura reestruturou-se num formato mais legal que consiste maioritariamente em produzir animações audiovisuais que executam em tempo real (framerate 30fps) num dado computador com determinadas capacidades gráficas. o objectivo é tentar fazer algo que demonstre as capacidades da máquina e a habilidade de quem programa as ditas demos. Estas chamadas demos são desenvolvidas sem fins lucrativos e distribuídas gratuitamente na net.
Deixo uns links para quem quiser saber mais sobre a demoscene e a sua ligação à distribuição gratuita de audiovisuais.
http://en.wikipedia.org/wiki/Demoscene
http://en.wikipedia.org/wiki/Tracker
BD: Como é que da demoscene se passou para as netlabels?
ps: A demoscene é tipicamente constituída por grupos de amigos. Alguns destes grupos focavam-se mais na produção musical, designando-se na demoscene como music groups, e utilizavam formatos de composição musical abertos (ver música tracker), a distribuição dos temas soltos era feita por BBSs, colecções de vários temas chamavam-se de musicdisks e normalmente tinham um interface gráfico próprio. Ainda se fazem algumas de vez em quando hoje em dia.
Nos finais dos anos noventa havia bastantes destes grupos de música a começar a distribuir as suas edições também em mp3, algures durante esta transição alguém começou a utilizar o termo netlabel, não faço a mínima ideia quem terá sido nem tenho grande curiosidade em saber. Suponho que o genérico termo "online music release group" já tinha demasiada conotação com os grupos de pirataria musical, um certo distanciamento para separar as águas também é importante.
ps: Sim, a maior parte do pessoal de todo na demoscene trabalha para empresas de videojogos como programador, grafista ou compositor de bandas sonoras. Mas continua a ser uma cultura com pouca atenção mediática. Uns anos atrás era uma boa incubadora de talento porque não havia universidades especializadas em artes digitais, então quem era realmente muito interessado nestas coisas inevitavelmente dava de caras com a demoscene e tinha de lidar com os seus deuses. Hoje em dia já entramos numa comercialização do talento de criação digital portanto as universidades tratam de mostrar aos putos como se mete um cubo em opengl a rodar ou a usar o flash para fazer websites ou cursos de produção musical, a malta nova faz o trabalho de casa em casa e não chega a dar de caras com a demoscene. Tornou-se um bocado um sistema de palas nos olhos a preparar para o mercado de trabalho mas enfim, ao menos há mais gente a ser formada nestas lides com o apoio devido.
BD: Como funciona hoje em dia a demoscene e quais as grandes diferenças em
relação há 10 anos atrás?
ps: A média de idades costumava ser mais nova, de resto mudou a tecnologia bastante mas o interesse continua a gerar eventos regulares com competições. Talvez seja mais complicado chegar-se ao topo. Costumava ser que a demoscene andava à frente da industria de videojogos em termos de qualidade de gráficos a puxar pela capacidade da máquina, mas hoje em dia a industria de videojogos cresceu exponencialmente e equipas de 20 ou 30 pessoas num escritório das 9 às 18 não dão muita hipótese a 3 putos com uns fins de semana livres. Mesmo assim ainda se vão fazendo umas coisas interessantes.
http://pouet.net/sceneorg.php
BD: Em Portugal onde e como se pode ter contacto com a demoscene?
ps: Temos um blog sobre as actividades que vão acontecendo, não são muitas mas dá para matar a fome e estar dentro dos acontecimentos: http://scenept.blogspot.com
BD: Mudando de assunto: quando e como nasce a Enough Records?
ps: Acho que, oficialmente, foi em finais de 2001. Mas para dizer a verdade não tenho a certeza, não anotava as datas das coisas nessa altura. Íamos fazendo as coisas e prontos. A editora em si foi lançada por 3 pessoas, eu de Gaia, o Fred aqui de Coimbra e o harv3st de Lisboa. Originalmente era somente um projecto de webradio pirata para fazermos umas sessões de streaming de coisas que andávamos a ouvir privadamente. Não havia redes sociais nessa altura portanto havia muito mais interesse em partilhar o que íamos descobrindo musicalmente, as listas comercialóides´´ da mtv e da radio não chegavam minimamente, era sempre a mesma coisa, vira o disco e toca o mesmo, Queríamos descobrir coisas novas e pessoal que também produzia musica. Tivemos uns bons meses a puxar pela radio, com artistas convidados e programas regulares, streaming 24h por dia, vários relays. Isto em 2000 e 2001, antes de haver ligação cabo para toda a gente. Hoje em dia qualquer puto monta uma radio online em 2 dias. ‘Anyway’, começamos a publicar edições para o pessoal ouvir offline, quando finalmente nos demos conta do peso que a brincadeira estava a ter na carteira decidimos matar a coisa e lançar uma compilação de encerramento. A radio morreu, a editora que surgiu dela ficou. Ainda tínhamos umas ideias de editar fisicamente mas depois apercebemo-nos que era aturar muita burocracia para perder dinheiro garantidamente. O resto do pessoal fundador foi-se desligando, eu fui ficando e mantendo a netlabel.
BD: Qual o manifesto 'ideológico' que presidiu à criação da Enough? Mantém-se actual?
ps: Partilhar com o mundo gratuitamente os sons que a gente goste de vir a conhecer, desde que quem os fez concorde em nos deixar distribuir livremente. Ao mesmo tempo aproveitar para conhecer pessoal fixe metido na musica. Sim, acho que não mudou.
ps: Ouço as demos que me vão enviando quando tenho tempo. Se gosto bastante edito, se não gosto digo porquê, e nessa altura ou o artista melhora a coisa até eu passar a gostar ou então temos pena.
Portanto não temos um género ou orientação estilística ‘per se’, ao contrário de muitas editoras de renome que acham isso imperativo para atrair clientes nicho, na enough simplesmente quero dar a conhecer aquilo que eu acho valer a pena ouvir várias vezes.
Tenho gostos bastante 'bipolares': portanto tanto encontram dark ambient tenebroso como idm fofinho, como noise extremo ou indie pop de domingo à tarde. Maioritariamente coisas electrónicas, mas não foi por imposição minha, simplesmente recebo poucas demos de projectos de bandas de sala de ensaio, devem gostar de ser pouco ouvidos por mim e pelo público que segue a Enough… não sei, nem perco muito sono a pensar nisso, promovo quem quer ser promovido, quem não quer: boa sorte para o projecto.
BD: Além de activista da demoscene e de mentor da Enough Records és também produtor, editando sob o peseudónimo de ps. Porquê ps? E já agora define o ps enquanto músico e produtor.
ps: ps é simplesmente a minha alcunha online, é um nome abstracto para representar o Filipe Cruz, interessado em várias coisas, maioria delas relacionadas com arte digital ou inteligência artificial. Enquanto músico e produtor tento transpor as emoções que vou encontrando o mais exacto possível ao que me vai na alma e na cabeça, para mim a produção musical é um processo catártico, serve para libertar ou celebrar certas coisas, não costuma ser nada pré-planeado ou especifico, gosto de improvisar e quando encontro algo que funciona e seja minimamente interessante procura capturar correctamente para poder ouvir novamente depois sobre outra perspectiva. tento mantê-lo puramente um hobby exploratório.
BD: Além da Enough Records quais as tuas netlabels favoritas? Nacionais e Internacionais e porquê?
ps: Nacionais só conheço bem as mais antigas, gosto especialmente da MiMi por não ter medo de noise e drone, sou bastante dessa onda. A Test Tube também faz um bom trabalho de gerência e imagem, e a Merzbau pelo seu espírito indie rock que falta bastante na cena internacional. Quanto a internacionais activas tenho devoção pela Entity (electronica experimental não pretenciosa) e pela Conv (ambientais e field recordings) desde há muito tempo, a Darkwinter também é muito boa para quem gosta de drone e dark ambient, a 8bitpeoples para overdose de chiptunes e 8bit, e mais recentemente andei a descobrir a Zymogen rogando-lhes muitas pragas pela enorme qualidade das suas edições. Paixões antigas nutro ainda pela mono211 e pela falecida Milk - quem não conhece decididamente que descubra o catálogo.
ps: Acho muito fraco da parte deles. De certa maneira até é um insulto aos artistas que com eles colaboraram no passado e aos ouvintes que tão fielmente os referenciavam, mas sinceramente não me surpreende muito. já conhecia o senhor que gere a Thinner desde o tempo em que lhes oferecia slots regulares na enough radio e já nessa altura demonstrava ter demasiado interesse egocêntrico e capitalista considerando a posição que tinha.
BD: Algumas das futuras edições pagas da Thinner incluem nomes que desde sempre estiveram ligados As netlabels como os Motionfield ou GastonArévalo. Achas que aquilo que o Sebastian Redenz
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
[Netlabel do Mês] Enough Records: Jenifer Ávila "Demo #1"
No extenso catálogo da Enough Records apesar que se centra na IDM, post rock, industrial, noise, glitch, drones e dark ambient, podemos encontrar outro género de sonoridades que reflectem bem a diversidade e qualidade de oferta cada vez mais presentes no mundo do netaudio. É o caso desta edição da dupla espanhola Jenifer Ávila formada por M na voz e FM na guitarra, violino, acordeão e pandeireta, e em cuja edição de estreia intitulada "Demo #1" com data já deste ano de 2009. podemos encontrar 9 belíssimos temas num registo indiepoptronica cheios de tímidos raios de sol e de brisas suaves como que chamando pelos pássaros do sul que hão-de anunciar a primavera.
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domingo, 8 de fevereiro de 2009
[Netlabel do Mês] Enough Records: Edição #200 - kdes vs ps "Live Helsinki 27 oct 2008"
Fruto do esforço e dedicação do Filipe à causa do netaudio e à sua Enough Records, a netlabel atingiu esta semana o bonito número de 200 edições, sem contar com as compilações. Para comemorar o feito a Enough Records editou um bootleg de uma jam session entre ps (Filipe Cruz) e o sérvio kdes que vagueiam pelo experimental, hardcore e ambient e que teve lugar no passado 28 de Outubro de 2008, na Galeria de Arte Nosfe, no centro de Helsínquia, na Finlândia.
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
[Netlabel do Mês] Enough Records: V/A "This Is Industrial [PT]"
No âmbito desta iniciativa terá ainda lugar uma festa oficial de lançamento da colectânea, terá ainda lugar uma Festa de Lançamento com data marcada para 28 de Fevereiro, na antiga Central eléctrica do Freixo, no Porto de cujo programa farão parte concertos de Sektor 304, Aktivehate, U.M.M., Waste Disposal Machine e Sci-Fi Industries e ainda after party com 2 pistas: Club Underworld e Synergy Rock'n'Roll.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
[Netlabel do Mês] Enough Records: Nhoin "Rite Of Passage"
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domingo, 1 de fevereiro de 2009
Netlabel do Mês: Enough Records
Ontem a caminho de mais uma sessão do Beats Play Free, no Trampolim em Torres Novas, tive o prazer de ter a companhia do Filipe Cruz, fundador e mentor da netlabel Enough Records, a decana das netlabels nacionais e uma das mais antiga, regulares e ecléticas à escala global. Conversámos sobre vários aspectos relacionados com o netaudio e com o BPF e hoje, no seguimento dessa conversa surgiu-me esta ideia de mensalmente ir destacando por aqui algumas das minhas netlabels favoritas.
A escolha da Enough está explicada, resta dizer que ao abrigo deste novo espaço surgirão destaques a edições, entrevistas, projectos,etc.
Fundada em 2001, no âmbito da demoscene, a Enough tem como móbil o combate à indústria musical instalada e às formulas pop inúmeras vezes repetidas, fornecendo aos músicos formas alternativas de divulgação da sua música e da sua mensagem. Focada essencialmente em géneros como a IDM, postrock, industrial, noise, glitch, drones e dark ambient, a Enough Records está aberta a muitos outros géneros, desde que soem bem e que mexam com o ouvinte. A Enough Records não pretende ser uma netlabel apenas associada à música experimental, mas antes um veículo de promoção para artistas de todo o mundo, algo que faz e forma livre e gratuita porqeu pode e acredita que os ouvintes encontrarão formas alternativas de suportar os músicos que edita.
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domingo, 5 de outubro de 2008
Beats Play Free - 18 de Outubro | Beja
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
BrainDance Exclusive - #14 by ps [080922]
Globalmente centra a sua actividade na insurreição audio-visual através de projectos abstractos e experimentais por contra-ponto à cultura pop que, cada vez mais, formata e limita as mais diversas formas de arte.
O set que aqui apresenta nesta edição #14, é feito a partir do extensíssimo e heterogéneo catálogo da sua Enough Records, com uma selecção de 10 temas na área da electrónica experimental mais relaxada, percorrendo caminhos que vão desde a idm ao trance ambiental, passando por alguns mais "grey" ambient e glitch, em 55 minutos muito bem passados.
Tracklist:
1.Jari Pitkänen – lumien
2.Amitron_7 – Junkshop Toast Racks
3.CKZ – Mellow Scabies
4.meso – Salas
5.Aquarelle – episódio 2
6.Takomo – Mobula
7.BTB – Trnsmtcn
8.He-Lux – Essentials
9.Frame – Ethereal
10.C4 – m2
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
He-Lux - Native
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sábado, 7 de junho de 2008
V/A - Falésia 2
A apresentação oficial desta colectânea vai decorrer no próximo sábado, dia 14 a partir das 23h, na Fábrica de Som, no Porto, com live acts de Hyaena Reich, Vysehrad, ps vs Sparagmos e Eye8soccer.
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
V/A - Enough Dubs

Hoje um post 2 em 1, ou seja, num só post junto dois assuntos que me são especialmente gratos: o netaudio, ao qual tenho vindo a dedicar mais tempo e espaço e o dubstep uma das correntes musicais em crescendo de produção e criatividade e que faz as delícias dos meus ouvidos.
"Enough Dubs" é uma das mais recentes edições da netlabel nacional Enough Records. Uma compilação de dubstep que junta sete temas de produtores com proveniências tão diferentes como o Canadá, a Finlândia, a Alemanha ou a Polónia. E ao que parece este é apenas o primeiro volume...

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domingo, 28 de outubro de 2007
Violet and the Mutants - Violet EP

Violet and the Mutants é mais um prometedor projecto no âmbito do netaudio nacional, mais concretamente na área da música electrónica industrial, que acabou de lançar o seu EP de estreia "Violet EP" pela netlabel, também nacional, Enough Records.
O mentor Violet and the Mutants é Daniel Carvalho - um dos sócios da Fábrica do Som e dos Fast Forward Studios, no Porto. No seu currículo conta com alguns trabalhos como produtor e técnico de som para algumas bandas de metal e também algum envolvimento no movimento trance.
"Violet EP" é constituído por 3 faixas: "Violet", "Hard Lullaby" e "Cum in My Face" que deixam óptimas pistas para o futuro.
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